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CISTO DE OVÁRIO NO FETO

Mom. & Perspec. Saúde - Porto Alegre - V. 16 - nº 1 - jan/jun - 2003

41

Revista Técnico-Científica do Grupo Hospitalar Conceição - ISSN 0102-9398

Cisto de ovário, apesar de ser raro, é a causa mais

comum de massa abdominal cística em feto ou recém-nascida.

No 3º trimestre da gestação e período neonatal imediato, o

ambiente fetal é rico em hormônios folículo estimulante,

luteinizante, gonadotrofina placentária e estrogênios fetoplacentários.

Com a diminuição destes, verificada após o

nascimento, a grande maioria destes cistos regridem. O

diagnóstico é feito basicamente pelo exame físico, raio-x e

ecografia de abdômen. O diagnóstico diferencial deve ser

realizado com duplicação intestinal cística, cisto mesentérico,

cisto de omento, cisto de colédoco, cisto de úraco, hidronefrose,

rim multicístico, hidrometrocolpos, pseudocisto meconial e

meningocele anterior. O tratamento é feito pela punçãoaspiração

percutânea guiada por ecografia, laparoscopia ou

laparotomia, sempre que possível utilizando o método menos

invasivo. Sua indicação vai depender do diâmetro do cisto,

características ecográficas e risco potencial para complicações.

UNITERMOS: cisto de ovário no feto, cisto de ovário

na recém-nascida.

CISTO DE OVÁRIO NO FETO

E RECÉM-NASCIDA

RESUMO

ABSTRACT

OVARY CYST IN FETUS AND NEWBORN

Ovarian cyst, despite being a rare condition, is the

most common cause of cystic abdominal mass in fetus or female

newborn. In the last three months of pregnancy and immediate

neonatal period, the fetal environment is rich in follicle-

stimulating hormone, luteinizing hormone, placental chorionic

gonadotropin hormone and fetus-placental estrogen. After

birth with decreasing of the hormones, the cysts usually

involute and regress. The diagnosis is made, basically by physical

examination, x-ray, and abdominal ultrasound. Special attention

must be given to differential diagnosis with cystic intestinal

duplication, mesenteric cyst, omentum cyst, choledochal

cyst, urachal cyst, hydronephrosis, multicystic kidney,

hydrometrocolpos, meconial pseudocyst and anterior

*Mestre em Cirurgia pelo Curso de Pós-Graduação em Medicina

da UFRGS. Preceptor-Chefe da Residência Médica de Cirurgia

Pediátrica do Hospital da Criança Conceição. Cirurgião Pediátrico

do Hospital da Criança Conceição, Porto Alegre, RS.

**Médico Ginecologista. Preceptor-Chefe da Residência Médica

de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Nossa Senhora da Conceição.

Integrante da Unidade de Atenção a Criança e Adolescente

do Hospital Nossa Senhora da Conceição, RS.

Trabalho realizado no Ambulatório e Serviço de Cirurgia Pediátrica

do Hospital da Criança Conceição de Porto Alegre - RS - Brasil.

Endereço para correspondência:

Rui Francisco Medeiros de Souza

Avenida Carlos Gomes, 1286/203 - CEP 90480-001 - Porto

Alegre - RS - Fone: (51) 3332 1885

João Carlos Ketzer de Souza*

Rui Francisco Medeiros de Souza**

meningocele. The treatment is based on ultrasound-guided aspiration,

laparoscopy or laparotomy, using the least invasive

method whenever possible. The technique will be chosen depending

on the diameter, ultrasonography findings and potential

risks of complications.

KEY WORDS: ovarian cyst in fetus, ovarian cyst in

newborn.

INTRODUÇÃO

Anomalias do ovário e genitais correspondem

a 20% de todas as massas abdominais da recémnascida

(RN), somente ultrapassadas em número

por aquelas originadas no trato urinário, que representam,

aproximadamente, 55% do total

A presença de pequenos cistos foliculares é

um achado freqüente e normal nos ovários

neonatais. Cistos com menos de 2 cm de diâmetro

não são considerados patológicos e sua involução

espontânea é esperada

O cisto de ovário é a causa mais comum de

massa abdominal cística em um feto feminino

de origem folicular crescem em um meio

hormonalmente rico presente no 3º trimestre de

gestação ou período neonatal imediato.

À exceção de grandes cistos ou daqueles

complicados por torção, hemorragia ou ruptura, eles

não eram reconhecidos no período neonatal. O uso

da ecografia obstétrica tornou possível seu diagnóstico

mais precoce e mais freqüente

Entre o 1º ano de vida e o início da menarca,

a ocorrência de cistos de ovário é baixa. Durante

esse período, a hipófise secreta menos

gonadotrofina do que em qualquer outra época da

vida.

1.2,3,4.5. Os6.

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Mom. & Perspec. Saúde - Porto Alegre - V. 16 - nº 1 - jan/jun - 2003

Revista Técnico-Científica do Grupo Hospitalar Conceição - ISSN 0102-9398

ETIOLOGIA

O ovário é um órgão dinâmico com

foliculogênese ocorrendo precocemente na vida

fetal

Os cistos resultam de estimulação excessiva

do ovário pelos hormônios placentários, maternos

e fetais. O ambiente fetal é rico em gonadotrofinas

hipofisárias, representadas pelo hormônio folículoestimulante

(FSH) e hormônio luteinizante (LH),

gonadotrofina coriônica placentária (HCG) e

estrógenos feto-placentários

hormônios podem estimular os folículos fetais, proporcionando

a formação de um cisto de ovário. A

suposta diminuição na concentração desses

hormônios após o nascimento, providencia uma base

fisiológica para a resolução espontânea

Há uma maior prevalência de cistos de ovário

em "bebês" de mães diabéticas, com toxemia

gravídica e isoimunização Rh, provavelmente pela

liberação excessiva de gonadotrofinas coriônicas

produzidas por uma placenta aumentada

tem sido relatada a associação com

hipotireoidismo

relacionadas com uma maior sensibilidade hormonal

dos folículos fetais e pela imaturidade do mecanismo

de feedback do eixo hipotálamo-hipófise-ovário

7.8. Todos esses9.9,10. Também11 e prematuridade, possivelmente12.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico baseia-se na história, exame

físico, radiografias do abdômen, ecografia pélvica

e/ou abdominal e exames laboratorias.

Com relação a história, a grande maioria das

pacientes é assintomático

podemos verificar a presença de dor abdominal,

náuseas, vômitos, e anorexia, geralmente intermitentes.

Um quadro de abdômen agudo, com

episódio abrupto de dor abdominal, náuseas,

vômitos, febre e leucocitose

mais freqüentemente em meninas maiores.

No exame físico podemos observar a presença

de distensão abdominal ou massa abdominal

de extrema mobilidade, o cisto costuma ser tão

móvel que pode ser palpado em um lado e ser oriundo

do outro lado. A maioria das massas é palpada

durante o exame físico de rotina em uma RN

assintomático

hemorragia ou ruptura apresentam quadro de abdômen

agudo inflamatório.

O exame radiológico do abdômen, em posição

supina, costuma mostrar opacidade central (cisto)

com deslocamento lateral do intestino. Em posição

lateral, o cisto desloca o intestino posteriormente.

Estes aspectos fazem o diagnóstico diferencial

com ascite

Até o advento da ecografia, o cisto de ovário

da RN só era conhecido por suas complicações ou

pela detecção de uma massa abdominal no exame

físico

não complicado mostra massa cística esférica ou

elíptica, unilocular, homogênea, não ecogênica

(anecóica), localizada na pelve ou abdômen inferior,

circundada por fina parede, sendo esta

freqüentemente imperceptível à ecografia

podem atingir grandes dimensões (8-12cm) e

estender-se até o abdômen superior.

O cisto de ovário complicado costuma mostrar

um ou mais dos seguintes achados ecográficos:

- massa heterogênea complexa com paredes

ecogênicas;

- floculação intra-cística. O sedimento vai

depositar-se no fundo em um plano inclinado, formando

um nível líquido/debris característico;

- coágulo em retração em massa cística;

- septos com ou sem ecos internos;

- massa hipoecóica de aspecto sólido, com

sedimento preenchendo toda a cavidade cística;

- ascite fetal ou neonatal por ruptura do cisto.

O diagnóstico diferencial com neoplasia pode

torna-se extremamente difícil, quando encontra-se

achados ecográficos de massa sólida

sólido é originado pelo completo preenchimento

da cavidade cística por sedimento ou por

coágulo em retração.

No diagnóstico diferencial de cisto de ovário

complicado, pode estar indicado a realização de

ecografia com Doppler para estudar o fluxo arterial

do ovário

As principais causas de cisto complicado são:

- torção do pedículo com necrose do ovário.

A torção é mais prevalente do que as outras complicações

Parece que o comprimento do pedículo

é mais preditivo de torção do que o tamanho do

cisto

mesos relativamente longos e estreitos. Na prémenarca

pode mimetizar a presença de apendicite

aguda, quando localizado à direita

raras vezes, o ovário torcido e com necrose pode

sofrer auto-amputação e reabsorver ou tornar-se

um nódulo fibrótico e calcificado na cavidade abdominal;

- ruptura do cisto com hemoperitônio, podendo

levar a choque hemorrágico

peritonite ou formação de bridas

- hemorragia dentro do cisto. Os fatores de

9. Nos casos sintomáticos9,13, costuma ocorrer14. Os cistos complicados por torção,8.4. A ecografia abdominal de cisto de ovário2. Algumas9,15. Este aspecto16.14.7. A trompa e o ovário da criança possuem17. Em algumas14, ascite,8;

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risco são o uso de medicações anticoagulantes, distúrbios

de coagulação e trauma abdominal e/ou

pélvico

- presença de poliidrâmnio ao nascimento. A

pressão de um grande cisto sobre o intestino delgado,

junto com a interferência sobre os mecanismos

de deglutição do feto, podem reduzir a ingestão

e absorção do líquido amniótico

- obstrução intestinal;

- obstrução urinária;

- atividade endócrina com aparecimento de

puberdade precoce

- alguns "bebês" podem apresentar hipoplasia

pulmonar por compressão e redução da cavidade

torácica no período intra-útero;

14;7,9;2,14,17;

CISTO DE OVÁRIO NO 1ºANO DE VIDA

Cisto simples Cisto complexo, ou

sintomático, ou recorrente,

ou com diagnóstico

diferencial difícil

>

5cm ou

<

ou muito móvel

25ml volume

<

ou

5cm

<

volume

Observar.

Ecografias

repetidas

Falha em resolver

ou

diminuir de tamanho

em 6 meses

Laparoscopia

ou

Laparotomia

- Aspiração percutânea

guiada por ecografia

- Laparoscopia

- Laparotomia

25ml

Fluxograma 1

TRATAMENTO

A maioria dos cistos têm tendência à regressão

espontânea a partir do nascimento, quando os

níveis hormonais diminuem e o estímulo para o seu

crescimento desaparece

conservador está indicado nos cistos com

menos de 5cm, pois têm tendência à involução e

regressão

neonatal é muito rara, assim podemos aguardar

sua involução por até 6 meses

Na pré-menarca, há maior risco de malignidade e a

espera não deve ultrapassar 3 semanas

2).

2,7,18. Por este motivo o tratamento2,4,6,8,18. A presença de malignidade no ovário14 (Fluxograma 1).8 (Fluxograma

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Fluxograma 2

CISTO DE OVÁRIO NA PRÉ-MENARCA

Cisto simples

<

Observar.

Ecografias

repetidas

Falha em resolver

ou

diminuir de tamanho

em 2-3 semanas

Laparoscopia

ou

Laparotomia

7cm > 7cm

Cisto complexo, ou

sintomático, ou

recorrente,

ou com diagnóstico

diferencial difícil

- Aspiração percutânea

guiada por ecografia

- Laparoscopia

- Laparotomia

O tratamento invasivo pode ser feito pela

aspiração percutânea guiada por ecografia,

laparoscopia ou lapararotomia. A indicação do tratamento

invasivo vai depender do diâmetro do cisto,

características ecográficas e risco potencial para

complicações

indicativos de tratamento invasivo:

- não involução do cisto ou aumento do seu

tamanho

- complicações pré-natal com achados

ecográficos de torção ou hemorragia intra-cística;

- mudanças ecográficas pós-natal, sugerindo

o aparecimento de complicações, mesmo que

ainda assintomáticas;

- cistos excessivamente móveis. O comprimento

do pedículo, apesar de difícil avaliação é

melhor indicador de torção do que o diâmetro do

cisto

- sintomáticos

- os recorrentes

- necessidade de diagnóstico diferencial com

outras massas císticas.

A punção-aspiração percutânea guiada por

ecografia está indicada nos cistos simples com evidências

de compressão gastrintestinal; urinária ou

torácica; nos maiores do que 5 cm ou mais de 25

ml de volume

poliidrâmnio ou distócia ao nascimento; nos com

aumento rápido (mais de 1cm/semana) e nos cistos

com grande mobilidade (posições diferentes

em ecografias seriadas), (Fluxograma 3). Estas indicações

ainda não estão totalmente definidas e

aceitas. As vantagens da punção-aspiração sobre

os outros procedimentos são: é o menos invasivo;

permite a conservação total do tecido ovariano;

evita a laparotomia e seus riscos inerentes. As des

& Perspec. Saúde - Porto Alegre - V. 16 - nº 1 - jan/jun - 2003

19. Os seguintes achados são17;7;2;2;5; naqueles que podem causarMom.45

Revista Técnico-Científica do Grupo Hospitalar Conceição - ISSN 0102-9398

vantagens baseiam-se na maior recorrência do cisto,

apesar de rara; na impossibilidade de inspeção

do ovário contralateral e na menor acurácia

diagnóstica.

Deve-se, rotineiramente, após a punção-aspiração

do cisto, solicitar dosagens de estradiol,

estriol, pregnenolona e progesterona do líquido aspirado

A falta de elevação desses hormônios aumenta

a suspeita que a estrutura cística aspirada

não era o ovário.

A laparoscopia, atualmente, tem sido preferida

à laparotomia por ser um procedimento seguro,

menos invasivo e com menor morbidade, possibilitando

excelente observação de ambos os ovários

e permitindo qualquer procedimento cirúrgico:

aspiração, ressecção da membrana externa do cisto,

fenestração, cistectomia ou ooforectomia

A incisão de Pfannenstiel é a via de acesso

recomendada na laparotomia.

Os seguintes aspectos cirúrgicos devem ser

considerados, tanto na laparoscopia como na

laparotomia:

- preservar tecido ovariano viável através de

cistectomia

difícil execução, pois os cistos são aderentes ao

ovário e, freqüentemente, a ooforectomia não pode

ser evitada

- poupar trompa de Falópio ipsilateral, quando

não comprometida pela torção, para considerações

futuras de fertilidade. Realizar ooforopexia

contralateral, se necessário

Nos cistos bilaterais, é melhor manter conduta

conservadora aguardando regressão espontânea

ou indicar punção-aspiração percutânea por

ecografia. Cistectomia bilateral só está indicada raramente

(Fluxograma 4).

14.20,21.22. Este procedimento costuma ser de2,10;

CISTO DE OVÁRIO FETAL

Sem evidências de compressão torácica, urinária ou

gastrintestinal Cistos grandes (

de compressão torácica

(risco de hipoplasia pulmonar),

obstrução urinária ou

gastrintestinal

Ecografias repetidas

Resolução Bebê vai nascer com o cisto.

Reunir com o obstetra para decidir

se será parto vaginal ou se distócia:

parto cesário

Discutir benefícios da aspiração

do cisto intra-uterino versus o risco

de ruptura intra-peritoneal com agulha

Resolução Recorrência

> 5cm) ou com evidências

Fluxograma 3

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CISTO DE OVÁRIO BILATERAL

Conduta conservadora

Resolução Aumentando de

tamanho

Cisto complicado

Aspiração

do

cisto

Resolução Recorrência

Cistectomia bilateral

Cistectomia bilateral

Fluxograma 4

CONCLUSÕES

Em uma gestante com feto apresente cisto

de ovário, o parto vaginal é o indicado, exceto se

desenvolver distócia ou apresentar outras indicações

obstétricas

A complicação mais freqüente do cisto é a

torção, observada em até 38% dos casos fetais e

em 50% dos casos neonatais

Alguns aspectos devem ser enfatizados

como:

- a grande maioria dos cistos é do tipo

folicular

- mesma freqüência em ambos os lados

- os cistos bilaterais costumam ser raros,

aproximadamente 5%

- a malignização é extremamente rara no período

neonatal

- poliidrâmnio está presente em 5%-10% dos

casos

- o diagnóstico diferencial deve ser feito principalmente

com cisto de mesentério e duplicação

intestinal cística

como lesões anecóicas contendo septos ou ecos

internos, tornando o diagnóstico diferencial difícil.

2,7,22.3,23,24.4;12,25;7;8;9,12;25, pois se apresentam na ecografia

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Comentários
cisto no ovario
oi bati o ultrasson com 4 messes de gestaçao e deu que meu bebe tem um cisto de 2 cm no ovario ai o medico mandou fazer o morfologico com 22 semana pra ver se tinha crescido deu 4cm to apavorada ta crescendo de mais ele falou se continuar assim tem que tirar o bebe ante para fazer a retirada do cisto to apavorada se tiver alguem que passou por isso deixe seu comentario
Escrito por: daniele da silva | 09/04 14:28

Minha filha com cisto
Pessoal, descobrimos no terceiro trimestre o cisto ovariano em nossa filha que chegou a ter mais de 7 cm de diâmetro. Tivemos um acompanhamento semanal com ultrasonografias e uma junta médica. Dois dos médicos queriam fazer a operação da bebe com 10 dias de vida(método mais invasivo) e um anjo, um dos médicos não indicou. Pois bem, estamos sempre em acompanhamento e hoje o cisto está em regressão. Quase 80% menor.Ela está com um pouco mais de um ano e as chances de não operar ou da operação ser de um modo não muito invasivo é grande. O desenvolvimento é normal e a atitude que tomamos de ter uma postura mais conservadora com nossa filha foi a mais acertada. Uma operação é uma prática muito séria. É uma vida que está em risco, ou melhor várias vidas. Pudemos perceber muito exagero no diagnóstico (recebemos alta da maternidade com um pedido de biópsia). E acredito que muitas cirurgias neonatais são realizadas desta forma. E os bebês, carregam sequelas que atrapalham seu desenvolvimento. Muito bom artigo. E o que tenho a dizer para todos que estejam passando por isso, que procurem profissionais renomados, e que tenham responsabilidade e cautela. Que tenham serenidade e busquem muitas informações a respeito.
Escrito por: Patrícia | 14/03 20:49

Minha bebe teve cisto
Olá! Minha bb nasceu com um cisto de 6cm proveniente de uma torção de ovário. Foi detectado com 7 meses de gestação e tinha apenas 1cm. A cirurgia foi realizada quando ela tinha 5 dias de vida, mas foi um sucesso. Ela está ótima!
Escrito por: Fabiana | 09/07 17:58


meu bb ele esta kom um cisto na barriguinha dele estou muito preocupada estou gravida de quarto meses..
Escrito por: alane silva dos santos | 21/05 20:38

eu tive cisto de ovário
olá, queria comentar sobre o meu caso de cisto no ovário, quando a minha mãe estava no quarto mes de gravidez que foi fazer ultrassonografia a médica conseguiu identificar uma doença em mim mas não soube dizer a minha mãe qual era pois eu ainda era muito pequena e estava dentro da barriga da minha mãe, quando nasci fui direto fazer exames para diagnosticar a doença e quando descobriram era o cisto de ovário e ele estava com 8 centímetros já torcido pronto para estourar, depois no quarto dia de vida eu fui operar, o cisto era tão grande que foi preciso retirar o cisto e a trompa direita, desde isso tenho que fazer exames uma vez por ano para a verificação, hoje estou com 14 anos e tenho uma cicatriz a uns cinco centímetros a baixo do umbigo, e a cicatriz ficou muito feia, pois o medico teve que fazer a cirurgia correndo e porque depois de tantos anos a cicatriz acabou colando no músculo então a cicatriz hoje é funda e da uma impressão de gordura. mas tudo bem, um dia eu supero, pelo menos estou aqui para contar a história!
Escrito por: Marina | 21/07 8:08

cisco com 5 cm em ov ario de criança de 3 a 4 anos
minha sobrinha apresenta nos 2 ovarios cisto com caracteristica fibrotica, ela tem 4 anos de idade e no periodo de 6 mmeses ele cresceu 4cm . oque devo fzer? obrigada
Escrito por: luciana | 02/04 19:58


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